A Existência De Um Tribunal De Exceção é Inquestionável. Resta saber até onde manifestadamente ilegal é esse tribunal. Dia 28, São Paulo o brasileiro é Hadad (PT), em Salvador o brasileiro é Pelegrino (PT), em Fortaleza o brasileiro é Elmano marque (PT). O Brasil e o Brasileiro São PT!

Somos Mais Brasil; Somos Mais

Estrela do PT

NAO PSDB DEM

 

QUANTAS VEZES PRECISAREMOS DIZER NÃO AO

PSDB E DEM PARA

QUE ACEITEM NOSSA DECISÃO?

NÃO A SERRA!

NÃO A ACM NETO NA BAHIA!

NÃO A ROBERTO CLÁUDIO EM FORTALEZA!

NÃO, NÃO E NÃO!

O BRASIL, O BRASILEIRO VOTA EM

 

HADAD, PELEGRINO E ELMANO.

 

O BRASIL VOTA PT!

 

Ao invés de devagar entre teorias diversas, vamos explicitar características que comprometem o Julgamento do mensalão.

1- No entendimento de Juristas Isentos, pautando-se na legislação vigente e no estado Democrático de direito observa-se a muito tempo uma distorção não função do Promotor Público, que no Brasil assemelha-se a um mero acusador do que a alguém sensato em busca de preservar as leis e a justiça. Como se não bastasse se ter o Procurador-Geral da República, com sede exacerbada em acusar, entendo como sendo vitorioso no caso de condenação, seja qual for, tivemos como relator um Ministro que durante sua carreira atuou 20 anos como Promotor, exatamente com as características de acusar, sem levar em consideração não ser seu dever o de acusar, mas em muitos casos ter o dever de quando convicto pronunciar-se a favor do réu. É sabido que no Brasil essa prática é raríssima, esquecendo-se da investidura Judiciária de buscar o justo e preocupando-se em acusar, somente. Incorremos, destarte nesse julgamento em duas posturas condenáveis, a do PGR e a do Relator. A Obsessão do Relator em sair-se “vencedor” é tamanha, que tem o mesmo se indisposto com colegas e, por incrível que pareça, desqualificando o próprio trabalho da Procuradoria (acusação) quando não consegue lograr êxito ou impor seu pensamento aos demais.

2- É necessária muita irracionalidade acreditar ser mera coincidência o julgamento se dar exatamente antes do período eleitoral, não somente do Primeiro Turno, como um todo. Essa é a primeira vez que o Judiciário procura interferir nas eleições de forma incisiva, o que para Democracia frágil brasileira é temeroso. Isso se dá com o apoio da mídia que faz do julgamento um espetáculo sensacionalista. É pertinente a pergunta: – não fossem os holofotes, a cobertura da mídia e o processo eleitoral estaria o julgamento sendo esse?

3- Uma das coisas mais importantes em qualquer ordenamento jurídico são os princípios do mesmo que devem ser acatados. Cito abaixo alguns princípios constitucionais desobedecidos de forma clara e “in contest”. Aqui os princípios feridos são ilustrativos e não exaustivos”

3.1- Princípio da presunção de Inocência.

3.2- Direito ao contraditório e ampla defesa (os réus começaram o julgamento sabendo da condenação, motivada por interesses políticos. Destarte é, inclusive redundante se falar em defesa).

3.3- Princípio da Imparcialidade do juiz (o fato de o Relator atuar como acusador é irracional ao se levar em conta que o mesmo vá julgar. Como será seu voto contrário a sua acusação? Se isso não for irracional, o que será? Olhando-se para o relator e sabendo-se que sua carreira foi estruturada dentro do pensamento acusatório da Promotoria, onde está a figura da imparcialidade do julgador?

3.4- No momento, apesar do Presidente do supremo no julgamento defender um princípio pertinente ao Direito Penal, na dúvida, ou seja, em caso de empate entre os votos julgadores, o benefício é do réu, pois se restara dúvida não houvera prova irrefutável do crime; em se tratando de direito penal, não se pode condenar tendo dúvida explícita, ou usando de artifícios como o de voto qualitativo do Presidente Do Supremo (como se esse voto fosse de maior qualidade). Raciocinemos como o próprio discurso do Presidente do Supremo é desnecessário: Se ele possui essa convicção, basta no julgamento, se ele agir conforme seu discernimento, acatar o Princípio da dúvida em benefício do Réu, modificando seu voto, inclusive, para poder fazer prevalecer o princípio. Ressalte-se que para beneficiar o réu essa conduta é lícita. O próprio ministro Revisor mudara seu voto em relação a seu voto anterior, originando destarte, um empate.

Ressalte-se que fora questionado pelo Revisor a questão do desdobramento do processo, onde, a rigor, somente quem tem foro privilegiado deve ser julgado pelo STF (somente três possuem essa prerrogativa), todos os outros devem, “a priori”, ser julgados por tribunais inferiores. Há quanto tempo o STF está, literalmente parado para todo o resto do universo jurídico, somente para julgar o caso em curso? Quem suscitara essa questão fora o Revisor do processo, que a imprensa e a população tentam sua imagem denegrir. Os heróis são os que condenam, o resto não importa. Remete-nos a terríveis momentos da humanidade, como o da “Santa Inquisição” vivido durante a idade média.

É pertinente lembrar que é um julgamento Jurídico e não político, pois se for político o STF não possui Legitimidade “ad causun” para faze-lo. O Julgamento político cabe exclusivamente ao “POVO” em uma democracia. Coincidentemente ou não, o povo mostra nas urnas, de forma contundente não coadunar com o que está se passando, mesmo com a manipulação de informações e o circo midiático formado.

Resta ao povo fazer sua parte e mostrar nas urnas o que ele pensa. Cada voto contrário a serra é um voto contra o Tribunal de exceção estabelecido no Brasil que nos trará problemas substanciais. Os meios de comunicação não possuem mais a força de outrora, não consegue fazer prevalecer seus interesses, assim, cabe ao povo lutar pela manutenção do Estado Democrático de direito. Se necessário de forma pacífica tomar as ruas, fazer prevalecer seu voto, sua vontade. Não se pode esperar como se fez em 1964, antes do Golpe Militar. A conjuntura é caótica. Estamos vivendo momentos decisivos e cabe a nós não nos acovardar. Vivemos nesse país e a maioria optou pelo Governo Lula duas vezes, pelo Governo Dilma, uma vez, a aprovação da presidente é recorde, 72%. Aprovada em todas as regiões do país. O povo escolheu e reitera sua escolha a cada urna aberta. O golpe final e fatal virá no domingo dia 28 de Outubro, quando formos exercer nosso papel de cidadão. Em são Paulo, votemos em Hadad para o bem desse país; em salvador votemos em Pelegrino; em fortaleza em Elmano Freitas. Sejamos coerentes com nossas escolhas. Para dar sustentação ao governo que elegemos por maioria de votos e, inclusive para mantê-lo forte, pois é sabido que (UOL-FOLHA-ESTADÃO, GLOBO, REVISTA VEJA- ABRIL, dentre inúmeros outros) JAMAIS SOSSEGARÃO, NÃO IMPORTA QUANTAS VITÓRIAS IMPONHAMOS; MAS ENQUANTO FORMOS A IMENSA MAIORIA POSSUIRÃO O DIREITO DE ESPERNEAR E NADA MAIS. O BRASIL, OS BRASILEIROS PRECISAM UNS DOS OUTROS. NÃO EXITEMOS AO DIZER NÃO A GOLPES MANIPULADOS. NOSSA RESPOSTA AO CIRCO ARMADO É: NÃO, NÃO E, NÃO. TODOS SABEMOS O QUE FAZER DIA 28 DE OUTUBRO. FAÇAMOS!

 

SOMOS LIVRES; LIVRES; LIVRES!

 

Para Não Dizer Que Não Falei Das Flores!

Autor: Geraldo Vandré.

Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Você Ama?

Você Quer O Seu Bem E O Do Próximo?

Se sim, não importa a cor, raça, idade, religião.

Somos iguais!

Somos, mesmo que não saibamos; 

PT!

 

Estrela do PT

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